Os últimos quatro versos do poema rompem com a série de
contrapontos entre a usina e o banguê, pois
(A) negam haver diferença química entre o açúcar cristal e o
açúcar mascavo.
(B) esclarecem que a aparência do açúcar varia com a espécie
de cana cultivada.
(C) revelam que na base de toda empresa açucareira está O
trabalhador rural.
(D) denunciam a exploração do trabalho infantil nos canaviais
nordestinos.
(E) explicam que a estação do ano define em qualquer processo
o tipo de açúcar.